Cuidando do seu coração

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Especialidades – Cardiologia

Cataterismo /
Angioplastia

Cateterismo cardíaco

Procedimento diagnóstico que tem como objetivo avaliar as artérias coronárias, responsáveis pela irrigação sanguínea do coração. Para isso, um cateter é introduzido na virilha ou no punho, levado até as coronárias e através dele, uma solução de contraste radiológico é injetada, percorrendo o caminho do sangue. O procedimento é filmado, permitindo assim a avaliação do trajeto das coronárias, a importância anatômica de cada uma e eventuais obstruções.

Angioplastia coronária com balão

Procedimento terapêutico que visa desobstruir artérias coronárias acometidas por aterosclerose (depósito de placas de gordura em suas paredes), com obstrução maior que 70% da luz. Ou seja, quando o tamanho interno da artéria, por onde o sangue flui (luz do vaso), está reduzido em pelo menos 30% da capacidade original, pela presença da placa de aterosclerose. O procedimento consiste em posicionar e insuflar um balão sobre a placa, com o intuito de deslocá-la, retirando-a da passagem do sangue, ampliando a luz do vaso. O balão é levado até a obstrução através de cateter guia, inserido na virilha ou no punho do paciente.

Angioplastia coronária com stent convencional

Procedimento terapêutico que também visa desobstruir artérias coronárias acometidas por aterosclerose. O que o difere da angioplastia por balão é que durante a insuflação do balão, o stent é implantado na superfície interna do vaso. O stent é uma prótese que se assemelha a um tubo, feito por uma malha metálica e que tem a função de manter a luz do vaso ampliada, ao “enjaular” a placa de aterosclerose, isolando-a do sangue circulante.

Angioplastia com stent farmacológico

É o mesmo da angioplastia com stent convencional, no entanto o stent farmacológico é utilizado. Este consiste em um stent metálico que tem em suas hastes uma medicação. Este fármaco é liberado lentamente e atua na parede do vaso inibindo a proliferação de um tecido cicatricial (colágeno) que após implante de stents convencionais, em aproximadamente 20% dos casos, cresce para dentro da luz do vaso e volta a obstruir a artéria. Esta reobstrução tem o nome de reestenose intrastent. Como a medicação do stent farmacológico inibe o crescimento do tecido cicatricial, a taxa de reestenose após o implante de stents farmacológicos é aproximadamente 4%.

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